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Relacionamentos, como podemos viver sem eles?
Acredito que a solidão adoece a alma/mente, o espírito e também o corpo. Por isso, sempre ficamos pensando em várias coisas, contudo sempre fazemos duas perguntas consecutivamente. A primeira delas é: “Quem somos nós?”, e a segunda pergunta é: “Para que viemos?”
Vivemos ano após anos tentando descobrir a resposta para estas perguntas. Mas, a nossa percepção sobre nós e a humanidade ficam sem respostas.
Sem dúvida, vivemos experiências dia após dia e tentamos avançar no desenvolvimento evolutivo, buscando a mudança acompanhada por uma visão de mundo, através de uma ideologia básica que temos de pensar e ver: “como devem ou são as coisas”.
Como é a realidade nua e crua, vivida por cada pessoa. Esta visão de mundo busca responder as duas perguntas fundamentais, porém as respostas não são preenchidas, se nos vermos e nos sentirmos só, pois a existência humana necessita de relacionamentos, ou seja, “Quem somos nós?” e “Para que viemos ao Mundo?”, deixa-nos sem ação, se nos sentirmos sozinhos.
“Quem somos nós?” e “Para que viemos ao Mundo?”
Daí pensamos, a todo o momento sobre as respostas a essas questões que determinam a qualidade e as características dos nossos relacionamentos pessoais junto ou distante, por exemplo, dos nossos familiares, amigos, chefes, colegas de trabalho, funcionários, subordinados e outros.
Quando considerados em uma escala maior, sobre qual é o nosso papel na sociedade e como podemos nos definir na comunidade, temos a consciência que viver solitário não tem sentido. Por isso, sempre estamos à procura de pares e nem sempre as pessoas encontram a sua outra metade.
A visão de mundo que a maioria das pessoas tem é de nascer, crescer, “casar”, ter filhos, netos, bisnetos e ser feliz. Mas, a felicidade nem sempre mora ao lado de todos que a buscam, pois, a falta de diálogo castiga todas as pessoas que não conseguem conversar e expor os seus pensamentos.
A maioria das pessoas geralmente não reconhece que o outro existe e faz parte da sua vida. Aliás, somente após a perda ou um processo de autoconhecimento é que o sujeito encontra métodos que proporciona de início uma intenção consciente de que a mudança é imprescindível para a sua saúde vital como um todo, ao reconhecer que os outros existem e são importantes para a sua subsistência.
Separados uns dos outros
Frequentemente estamos completamente separados uns dos outros, da natureza e do cosmo, e também pensamos que o outro é “diferente de nós”. Sobretudo, à falta de diálogo entre os pares e as pessoas, as guerras tem conquistado cada vez mais espaço, as famílias e os relacionamentos estão sendo destruídos, a devastação do planeta e todas as formas e expressões da injustiça humana tem chegado no seu ápice.
Afinal, quem em sã consciência prejudicaria outra pessoa se viesse a imaginar essa pessoa como sendo parte de si mesma?
Através da evolução da psique humana o indivíduo adquire a sua própria consciência e também a consciência sobre cada um de nós. Afinal, correspondemos a “Tudo o que existe”, porque não existe limites absolutos entre o corpo e o ego e a totalidade da nossa existência.
Mas, o ego pode nos cegar e confundir a percepção que temos sobre as pessoas.
As nossas atitudes, intenções e pensamentos, podem curar um indivíduo, através do cuidado e do poder da influência que exercemos sobre o outro, porque a mente e o corpo são coligados. No entanto, muitos não conseguem ver o que é explicito e evidente.
O mundo físico é apenas tudo o que existe?
Basta vermos e analisarmos os fatos que acontecem no nosso cotidiano. E raciocinar: “será que o mundo físico é apenas tudo o que existe?”
Será que o corpo – à matéria é tudo o que existe? Ou não?
O corpo pode ser medido, pesado, examinado em laboratórios, comprovado pelos cinco sentidos e também pelas suas extensões tecnológicas, mas a alma e o espírito não podem ser medidos da mesma forma que o corpo.
Desta forma devemos pensar se por falta de parâmetros de medidas e comprovações científicas, a nossa alma e espírito simplesmente não existe?
Acredito que isto é “irreal”, pois a consequência da realidade humana não pode ser reduzida apenas à realidade física.
A dimensão da alma e do espiritual, ou as dimensões não físicas da realidade não podem ser banidas, porque somos muito mais do que corpo e o espírito, pois, a nossa mente tem a capacidade de refletir e repensar sobre os seus conceitos e valores e passar a se relacionar de forma saudável com os seus pares e sociedade.
Respeito
Enfaticamente, sabemos que a visão do mundo atual lança dúvidas sobre muitas coisas que vivemos, pois vivemos em estágios cada vez mais avançados de desenvolvimento.
Em contrapartida, sabemos que amor sem respeito não é amor. Por isso, precisamos nos predispor a ver o outro como se fossem nós mesmo, sem máscaras.
Definitivamente, respeitando-se e tratando os outros com total apreço, para que as relações aconteçam com qualidade, para que a saúde seja privilegiada a todos.
Contudo é claro que para adquirirmos uma maturidade espiritual e a consciência dos nossos atos, isto é, melhorando a nossa conduta nós precisamos mudar, para começarmos o processo de evolução e atingirmos as nossas capacidades extraordinárias de amar, de forma vital, para a consciência pessoal, através da comunicação, da intuição, da percepção, da personalidade, e também da vontade. Para que, os relacionamentos surjam com supremacia e sejam baseados no amor e respeito.
Cristı̊na Almeida
CRP: 06/49407
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