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O apreço e o carinho que você tem consigo mesmo definem a sua autoestima.
Parece que já nascemos sabendo da existência deste conceito, de tanto que ouvimos falar ao longo de nossas vidas.
Então, por que nossa autoestima anda em desequilíbrio?
Nos dias de hoje vemos muitas empresas se apropriando do conceito de autoestima para promover suas linhas de produtos para autocuidado, como cosméticos faciais, corporais, maquiagem, linhas capilares, etc…
A lista é extensa!
Estão propagando a autoestima como um método de cuidar de sua aparência em troca de uma vida mais feliz.
Mas, será que cuidar apenas de nosso exterior é o suficiente?
Pois é, cuidar do nosso exterior é importante sim, mas é necessário olhar para além da nossa pele e nossos cabelos.
É preciso cuidar da nossa mente e alma.
Os cuidados realizados através de cosméticos vêm como consequência do amor que sentimos por nós mesmos.
Mas veja bem: o equilíbrio é a chave da nossa essência.
Autoestima baixa e elevada
Uma autoestima baixa pode resultar em uma visão muito negativa de si mesmo e acarretar diversos tipos de síndromes e transtornos.
Perdemos a confiança em nós mesmos, nos tornamos perfeccionistas, tímidos e medrosos.
Tudo isso porque semeamos uma negatividade gritante em torno de quem somos.
Mas, assim, também funciona a autoestima superestimada, quando nutrimos um sentimento megalomaníaco e quase narcísico de nós mesmos.
Perdemos nossa humildade, deixamos de acreditar na competência dos outros e nos colocamos em risco por nos acharmos invencíveis.
Mas, afinal, como definimos como é nossa autoestima e o que podemos fazer para mudá-la?
Segundo a psicologia, nossas experiências, o meio em que vivemos e até fatores genéticos podem estar ligados no modo como nos enxergamos, porém não quer dizer que devemos tornar isso como um traço de nossa personalidade.
Uma autoestima equilibrada envolve nos enxergarmos como somos, com defeitos e qualidades.
Para se libertar de uma baixa autoestima, por exemplo, é preciso se autoconhecer.
Nem sempre conseguimos nos encontrar sozinhos, e é por isso que procurar a ajuda de um psicólogo é fundamental.
Um profissional de psicologia te ajudará, através de uma escuta qualificada, a desatar os nós feitos em sua mente que te impedem de enxergar quem você realmente é.
Te libertando de culpas, comparações e do olhar duro que você tem consigo mesmo.
Acredite que o melhor caminho para viver bem é se aceitar e se perdoar de tudo o que você julga ser erro ou falha.
Cristı̊na Almeida
CRP: 06/49407